sábado, 24 de novembro de 2018

MENSAGENS ESPÍRITAS - II







A ESPIRITUALIDADE DEPENDE DO CARÁTER DE CADA INDIVÍDUO EM SEU VIVER. NÃO É NECESSÁRIO TER POSIÇÃO SOCIAL, SER RICO OU POBRE PARA SER BOM. MAS É INDISPENSÁVEL SER HUMILDE PARA APRIMORAR A ESPIRITUALIDADE. SER ESPÍRITA É PRATICAR A DOUTRINA CONTINUAMENTE, SEM FANATISMO, SEM DOGMA. É TOLERAR SEM ARROGÂNCIA.
A ESPIRITUALIDADE FAZ EVOLUIR OU REGRESSÃO DE CADA PESSOA EM VIDA CORPORAL. NÃO PODEMOS JULGAR O QUE AINDA PODE SUCEDER CONOSCO. MAS PODEMOS CORRIGIR EM TEMPO O QUE TEMOS DE ERRADO.

FRASES: A INVEJA É UMA DOENÇA SÓ CURA QUANDO O DOENTE SE CURA.
O MAL DAS PESSOAS É CRIAR O SEU PRÓPRIO MAL VENDO OS MALES DOS OUTROS.
VIVER SEM INVEJA É SENTIR SEGURO NAS SUAS QUALIDADES E LIMITAÇÕES.
AME A VIDA E DEIXE OS OUTROS VIVEREM.




Batacoto

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

A FÉ


                      


 FÉ, DUAS LETRAS FAZEM UNIÃO E DIFERENÇA NO COMPORTAMENTO HUMANO.



 FÉ, A ÚNICA QUE CHEGA PERTO DE DEUS.

 SE O OBJETIVO FOR SIMPLES, HONESTO E
 VERDADEIRO.



Álvaro B. Marques

Ssa,15.07.2015

terça-feira, 22 de maio de 2012

A ORAÇÃO DO CEGO






Senhor, meus olhos não vêem a luz, mas sinto o calor e a vibração externa. Tenho outros sentidos mais aguçados que fazem melhor o meu  viver. Entretanto, sigo o sentido de outra luz no meu interior que me orienta, guia, consola, resigna os meus anseios nos momentos difíceis. É a luz da Fé que por menor que seja ela clareia a minha visão interna.
Por estar acostumado sem a visão externa não ouso mais pedir a sua intervenção. O Senhor, já deu-me está luz como troca da outra perda e imagino se tivesse a visão normal, como seria? Certamente, haveria um choque com tudo visto e uma longa adaptação no decorrer do tempo seria normal e outra condução de vida teria que assumir. Porém, haveria eu de aceitar e interagir com os horrores sociais e veria a diferença  de viver. O belo e o feio seria a novidade e muitas surpresas virião. O que não acontece com a minha condição atual, tenho os meus limites já estou habituado sem a visão externa.
Minha doença é congênita e tudo já foi feito e nada falta em relação a medicina. Vivo normalmente, sem fazer comparações, se faço não vivo bem, pós tenho a consciência do meu modo de viver.
Muito obrigado, meu Deus.


Álvaro B. Marques.
SSA, 20.05.2012

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

A SÚPLICA E A MISERICÓRDIA


A SÚPLICA E A MISERICÓRDIA.
 Certa manhã de novembro quando o sol está mais forte e o céu mais azul, parecendo contemplar o formoso dia. És que acontece uma nova história: Subindo a ladeira que conduz ao cemitério da cidade, Campo Santo, vi um homem que de volta descia, numa demonstração de alegria e felicidade contrastando com o lugar donde ele vinha. A mim mesmo perguntei: será que alguém possa achar motivo de tais expansões em uma necrópole? Será que o horror dito por grande maioria das pessoas em relação a morte que os gela, entristece e infelicita, tenha feito enlouquecer este coitado e a perda da razão justifica a sua atitude, ou será a sua razão superior aos demais, fazendo-o pensar de maneira a inferiorizar a morte, sendo assim alheio ao pavor dos que crêem tudo acaba na morte? Parei o homem na sua descida, era o retrato da felicidade. E perguntei a causa da sua alegria. Não se fez de rogado – Senhor, hoje Deus me concedeu a maior das felicidades; deu-me o descanso de espírito que almejava, tirou-me uma preocupação que me torturava. Perguntei, como assim? Simplesmente, Deus chamou pra si, minha velha mãe, aquela santa mulher que me trouxe ao mundo, que sofreu para me criar, sem pai, me fez homem capaz de venerá-la, e não teve nenhuma proteção humana. Sim, eu a venero. Quando eu me recordo que foi no trabalho pesado, sem conforto e sem descanso (era lavadeira de ganho) que ela me criou e educou-me no caminho da vida e agora, já doente, tinha em mim, no fim da vida, tudo o que eu encontrei em si no principio da minha vida. Sorrio de felicidade quando até horas antes chorava de tristeza. Ao calar-se o homem, perguntei-me será que a morte encerra tudo da vida? Ele disse-me: Sabe senhor, porque estou eufórico? Se eu morresse primeiro a minha velha ficaria só no mundo a suportar mais dores desde a esmolar e a indiferença dos outros. Se eu morresse primeiro, minha alma não teria descanso, porque estava presa a ela que ainda vivia no cárcere da vida. Se eu morresse primeiro, ela haveria de descer ao túmulo pelas mãos de outras pessoas, estranhos a sua morte, sem dores, enquanto que eu faço cheio de alegria. Cumpri senhor, o meu dever filial até o fim: Deus teve muita misericórdia dela e muita paixão de mim. Aí está senhor, porque eu estou feliz. Não acha que eu tenho razão? O silêncio foi a minha resposta e na minha mente circulou; Estará ele abaixo ou acima da realidade humana? O certo é que ele ri em lugar de chorar, parabeniza-se em vez de dar-se pêsames, acha motivo de alegria onde acham os demais, somente, lágrimas e tristezas. É uma opção de viver, no mundo tão desigual. O homem não é igual ao outro decididamente. Parece que naquele dia, tão linda manhã, a natureza estava lhe parabenizando o teu ato diante da vida e da morte. “Tudo quando existe morre, tudo quando morre se transforma, até a própria morte transforma-se em vida”. (Pe. Antonio Vieira) “A morte não é o fim, não é o principio é o caminho para uma nova vida” Álvaro B. Marques. SSA, 05.01.2012

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A NARRATIVA DO ESPÍRITA
 O corpo que me serve de envoltório para viver e lutar repousa calmamente e ninguém que visse suspeitaria mais que um homem adormecido. Contudo, a verdade é que tenho desligado em parte, os pensamentos materiais que prendem a esse corpo e o fazem funcionar. Deixo repousar e abastecer-se de força vital, enquanto o perispírito me eleva na atmosfera transparente “Pátria do Espírito” que a retina humana não pode perceber. Este espaço, mais próximo da Terra, destina-se a atividade dos espíritos em sintonia com os encarnados, e só com o auxilio de seus amigos invisíveis pode a criatura terrena mergulhar nos arcanos do passado, imemorial e nebuloso da sua vida. É o que eu estou tentando fazer penetrar meus pensamentos na clarividência e vejo-me em outro estágio. Uma voz firme, sonora, diz: Dispa-se da vaidade e da arrogância, e vista a humildade para aceitar o que não quer vê. Não cabe a me julgar o que fazes em sua vida. Mas te acompanho em toda a sua vida na missão de ajudá-lo a ser melhor. Compreender o que é certo é peso na justiça. Aceitar o que é errado é julgar sem mérito. Faças o que melhor lhe convêm na medida do possível sem exagero, sem ferir ou magoar a qualquer pessoa. Não tire da boca o alimento do faminto para saciar a sua fome, faça para merecer a sua parte. As dificuldades encontradas no viver são pesos de resistências na perfeição espiritual. Tens o Dom de esclarecer com palavras as pessoas que buscam o espiritismo na ânsia de resolver seus problemas, mas não faz como um bom espírita. Pós o verdadeiro espírita não usa da sua faculdade de proceder bem para fins de interesses pessoais. Não se pode conceder que o espiritismo levassem as pessoas a resolverem seus problemas materiais. O espiritismo é uma Doutrina e não uma religião que faz milagres. Para isso, é necessário separar o joio do trigo aonde vai ser revelado o verdadeiro alimento. Acordei em sobressalto, não acreditando em que vira em sonho ou pesadelo. Belisquei os meus braços, comprovando a minha existência, não foi um sonho nem pesadelo foi um aviso muito importante. Ainda tenho muito que aprender, nesta e em outras vidas. A voz e as palavras ainda soam nos meus ouvidos confirmando que eu não estava sozinho e que ainda posso corrigir meus erros. A narrativa acima confirma mais uma vez que existem pessoas que dizem serem espíritas e praticam o contrário que a Doutrina Espírita pede. O mérito da pessoa esta no seu proceder, no caráter e no espírito. Nas palavras de um leigo: “Prefiro ouvir um analfabeto falar a sua história do que uma preleção de um Doutor.” É o que faz o comportamento de pessoa enganadora no meio de aplausos e sorrisos. O espiritismo é livre em conceitos e na forma como é empregado a Doutrina. Sempre haverá divergências nas opiniões de pessoas que têm cultura combatível, normal em todas as religiões. O espiritismo não tem fronteira, não é étnico, não exige cultura para ser posto em evidência, e como tal, não há discriminação. Por tanto, devemos acreditar na Doutrina de Allan Kardec como um principio do surgimento de um novo conceito de religião.
 Álvaro B. Marques SSA, 17.09.2011

terça-feira, 9 de novembro de 2010

CARTA AO AMIGO II



Tenho a honra e ao mesmo tempo sinto a humildade de ser teu amigo
Luis, tenho feito orações focado exclusivamente para a espiritualidade e não mais para anseios materiais. Rogo para os amigos e para aqueles que passam pelos caminhos das provações. Não faço dos meus atos espirituais trampolim para alcançar méritos nenhum. Mesmo porque, já atingir uma idade e conformação da vida em que nada mais justifica o erro do absurdo e o acerto do intolerável. Não penso o que o futuro me reserva. Peço a Deus misericórdia e mais humildade para corrigir meus erros e não julgar com tanto proceder outras pessoas.
Repito, sou espírita em ascensão. Consciente dos meus atos e sabedor dos conflitos humanos. Tenho muito que fazer para a perfeição do meu espírito. Quanto mais o ser humano conviver com a violência em todos os níveis, mais difícil haverá uma maneira de ter paz e viver com harmonia. Quanto mais as pessoas não aceitarem viver com o que tem crescerá as necessidades exigidas. A religião e a fé dará força para preencher este vazio. Como espírita, afirmo que outros irmãos com mais esclarecimentos e mais luzes viram para iluminar as nossas mentes e comprovarão as duvidas. Ainda estamos no berçário, creia-me. Nós espíritas trabalhamos com palavras e apresentamos comparações analisadas em nossa consciência e a doutrina espírita de Alan Kardec aprova, afirma em conceito a qual nós não tínhamos conhecimento. Mas existem pessoas que não acreditam e só têm percepção para o que é material. Criam dúvidas com explicações espíritas, outros menos céticos ajudamos para novos horizontes. Enfim, caro amigo, estamos fazendo a nossa parte e não esperamos recompensa.
Abraços, que a Luz esteja no seu lar.
Álvaro B. Marques.

A MORTALIDADE


“O corpo humano sepultado leva de uma a dois anos para ser decompor totalmente, mas esse tempo pode variar dependendo das condições do ambiente e do cadáver – se o morto tomava antibiótico, por exemplo, o processo demora bem mais. No fim, sobram apenas ossos e dentes que duram milhares de anos a mais que os órgãos.” É o que dizem os peritos médicos na analise de um defunto. Fica essa ciência para aquele que quer ficar um pouco mais aqui neste planetóide chamado Terra.
Peço aqueles que mim amam fazer do meu corpo Cremação, caminho mais rápido e higiênico. Tudo que resta vira pó e este pó será como adubo da terra ou como vento soprado no mar. Quero que fiquem lembranças as minhas palavras escritas em momentos de muita lucidez e os momentos espíritas que tive com humildade e fé.
Minha passagem por aqui foi triste, não amei as pessoas como deveria amá-las, não lutei para conseguir meus objetivos, fui fraco, as dificuldades venceram-me. Porque quando eu tentava aparecia um novo obstáculo, recuava, pensava demais e agia pouco. Eu não tenho o perfil dos desejados, nem antes nem depois de velho. Não é complexo é saber conhecer a si mesmo. Se for Carma “tudo que passa nesta vida é acerto de vidas passadas” como dizem os espíritas mais entendidos do que eu, com certeza, eu tenho que passar por muitas outras encarnações. Meu tempo é curto, ainda posso fazer alguma coisa, só lamento o que eu não posso fazer.
Fica registrado assim, meus desejos em vida.
No meu entender: O espírito não tem fronteira, não tem etnia, não tem cultura para ser posto em evidência.
Álvaro B. Marques
SSA, 01.10.2010