terça-feira, 9 de novembro de 2010
CARTA AO AMIGO II
A MORTALIDADE
terça-feira, 19 de outubro de 2010
MORTE, ESPÍRITO E VIDA.
Ah! que alívio fez ao deixar o corpo.
Farto pesado no caminhar da vida.
Que nada fez para ficar leve.
Não era o corpo em peso.
Era o peso das atitudes grosseiras.
Ao conduzir sua vida tão simples.
Não soube chorar para ser humilde e receber o merecer.
Foi caminhando para viver o que colheu.
E na ânsia de aprender escolheu o lado mais fácil de viver.
O preço é a vida mal conduzida.
Deixa o corpo que era vida.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
PRESSÁGIO OU FANTASIA
sábado, 29 de maio de 2010
CARÁTER
Faça valer a verdade, mesmo que lhe custe a vida. Mais valor é ganhar com a verdade do que ganhar com a mentira.
Álvaro B. Marques
quinta-feira, 27 de maio de 2010
SEXO, O PRAZER DA VIDA
segunda-feira, 24 de maio de 2010
INCÓGNITAS
terça-feira, 18 de maio de 2010
VALOR SUPREMO
Tu partiste querida minha, pequena flor do meu ser
Filha única do meu lar feliz
Mas a tua imagem graciosa e bela a todo instante se apresenta
Nos meus olhos lacrimosos, enquanto meus lábios trêmulos
Repetem teu nome que eu amo tanto!
Não rogo mais blasfêmia a Deus por achar que sua morte foi prematura
E eras uma santa.
Tempos depois...
Agora eu compreendo-o ELE não quis me punir, e eu aqui chorando lamentando
A dor sentida sem saber o qual foi o pecado, o meu erro. Não me achava merecedor
De tamanho sofrer. Deus também não é vingativo.
Vou passar este sofrer amando muito mais a Deus e esquecendo-te para viver.
O laço que nos une é inquebrantável em nossa vida espiritual
Será que temos outros caminhos juntos e novas causas terão efeitos em nossas vidas?
Ou está foi a última prova do nosso aperfeiçoamento espiritual?
Só peço a Deus que não nos dê tanto sofrer se em outras vidas vivermos.
O amor maior é quando se sabe que não perdeu o amor de Deus.
Mesmo estando em momento tão difícil.
O meu fortalecimento esta no sofrimento
Quando é preciso amar sabe que vai sofrer
É quando o egoísmo cega pra não vê.
Só Deus sabe dá o verdadeiro e único amor.
O amor é tudo; do amor tudo vive.
Só pra dizer que o mal não vem do amor.
Álvaro B. Marques
SSA, set. 2009
O MENSAGEIRO
Um anjo bateu na porta de uma casa e disse: Oh! de casa, pode abrir a porta? E uma voz, lá do fundo, respondeu: Se for dívida, tristeza, dor, não abro. Mas, se for alegria, saúde, paz e amor eu abro. E a voz lá fora, docemente responde: Ora meu amigo, venho de muito longe não pra te dá tudo isso, é muito pesado. Venho ofereceste somente uma coisa a FÉ, a única oportunidade que abre todas as portas. Aí, a porta abriu-se e diante do anjo surgiu um homem bastante idoso, com longas barbas e respondeu: Ainda estou esperando.
Catugeje,
O MENSAGEIRO II
Ao sair daquela casa, o anjo não estava satisfeito da sua missão. Viu outra casa fechada e bateu na porta: Oh! de casa, pode abrir a porta? Silêncio total. Ele tornou a bater. Tem gente aí? E uma voz, bem fraca, respondeu: Tem, quem é? Sou de paz, vim ofereceste a companhia. E a outra voz, respondeu: Ora, quem garante que és isso mesmo? E o anjo respondeu: Se não abrires, como poderás saber? Abriu-se a porta e a outra voz diz: Bem vindo, companhia.
Catugeje./27.07.2007
OBJETO OBSESSOR
Tenho ouvido vários relatos de casos que se dizem espíritas, mas nada se compara com acontecimentos descritos abaixo. São obsessões de pessoas que transfere seus desejos mórbidos para objetos de uso pessoais para fins diabólicos.
Vejamos este caso, depoimento de duas pessoas, mãe e filha, ambas de caráter correto. Uma artesã e a outra universitária, com princípios religiosos católico. Mas, passaram a ser adeptas a doutrina espírita de Allan Kardec, após este caso.
Moram juntas no mesmo apartamento. A mãe é separada do marido há quase seis anos. Ele vive com outra já há três anos, sem filho.
Certo dia, a filha recebe um presente, uma linda blusa, muito linda em seu corpo e mostra a mãe “olha mãe!... veja que blusa linda? A mãe olha e diz: “Você comprou? Não, foi presente do meu pai, quem me entregou foi a sua mulher... Nesse instante a mãe olha o lado esquerdo da filha e diz: “Um vulto passou aí”. Ela fica pálida e si faz chorar copiosamente. A filha sente que a mãe vai desmaiar e abraça o corpo para amparar. Logo ouve baixinho, outra voz a dizer: “Ela trabalha para o mau, não use a blusa”. Nesse momento, a filha tira a blusa e joga no chão e torna a abraçar o corpo quase inerte da mãe. Aos gritos a filha chama a mãe pelo nome e ela reabre os olhos lentamente. É quando a filha pergunta sem compreender “quem é má”? Resposte a voz... é quem entregou, preparou a blusa”. Fica no ar o silêncio, o corpo trêmulo da mãe é sentado na cadeira e a filha sente fortes arrepios no seu corpo. Reza a Ave Maria e a mãe retorna aos poucos o seu normal e não lembra nada do que aconteceu. A filha narra o ocorrido e a mãe pede para ela jogar a blusa na rua, e assim foi feito. O susto e o medo permaneceram em cada uma em maneira diferente. A filha sente o drama que a mãe passou e o medo de perdê-la em circunstância anormal. E a mãe carrega o ódio da rival e o medo de lidar com o sobrenatural. Pensou no ex-marido e na sua atual mulher, lembrou que ouvira alguém lhe dizer que ela é “metida” no candomblé da pesada, em Quibanda e tudo faz para conseguir o que quer. Fez essa tentativa para atingi-la por meio da sua filha, o sortilégio. Sabe que o ex-marido ainda nutre sentimentos por ela e sempre demonstra arrependimento em querer voltar. Por essa razão a atual mulher faz tudo para perturbar e destruir o que sobra do casamento. O ciúme, aliado com as bruxarias fazem efeitos inacreditáveis, ainda mais em pessoas fracas espiritualmente é o que dizem os crentes em mágia negra.
A ex-mulher relembra o quanto foi difícil a convivência, bebedeiras constantes, traições desavergonhado, falta de manutenção no lar, era costumas. Até que não mais regressou ao lar. Quem faz contato com ele, sempre foi a filha, mais por telefone. Se não fosse o apóio dos seus familiares e o trabalho como artesã, certamente estariam em situações bem piores.
Mas, esse fato novo de obsessão pegou mãe e filha
Nesta modalidade de sortilégios existem outros acontecimentos que envolvem alimentos e os chamados “encosto espírito”. São narrativas que advêm dos nossos antepassados, traduz lenda e cria-se crendice popular. Como por exemplo: Alimento “preparado” por pessoa e ingerida por outro indivíduo pré-indicado; causa doença e morte.
“Espírito desencarnado sofredor” que tem simpatia ou mesmo familiar, “encosta” na pessoa escolhida e gera doença, o portador da doença, imagina-se doente, entra
Ainda, meus comentários: Meus amigos, essas e outras histórias não são provadas cientificamente. Mas, estão registradas em Livros de Ocorrências
“EXISTEM CASOS QUE A NOSSA SÃ CONSCIÊNCIA NÃO ACREDITA”
Àlvaro Bento Marques
SSA, dezembro de 2008.
NOTAS ESPÍRITAS
É por meio do bem e das virtudes que os espíritos se elevam e com sofrimentos eles se purificam.” Essas palavras encontram-se na Doutrina Espíritas de Alan Kardec. Como também, “Cada vida é uma encarnação de aprendizado e oportunidade bendita de recomeço”.
Meus comentários:
Para nós espíritas que admitimos as vidas sucessivas, a elevação moral é um indício de aperfeiçoamento do ser humano, independente do grau de instrução, da cor e do idioma.
Em vida o espírito encarnado passa a conviver com todas as necessidades exigidas para a sobrevivência da matéria, uns a mais e outros a menos, conforme o histórico de sua ascendência em vidas passadas.
É bom lembrar que seu sofrimento não é o meu sofrimento, mas eu compartilho com a sua dor porque sou sujeito ao mesmo sofrimento ou talvez pior. Faço parte do aprimoramento espiritual. Essa é uma máxima que nem todos aceitam e os questionamentos se polemizam dentro dessa verdade tão carente de estudos mais profundo no espiritismo.
Passo a palavra ao meu amigo erudito Jorge Hessen para que ele possa continuar essa temática com mais lucidez.
Álvaro B. Marques
MOMENTO ESPÍRITA - II
MOMENTO ESPÍRITA
Pergunta e Resposta
Como devo agir ao saber que tenho uma doença grave?
“Se o doente canalizar a sua energia de forma positiva e com esperança, certamente ele saberá enfrentar o problema, como sendo um acontecimento que fará parte das ocorrências normais da vida. Terá maior possibilidade de chegar a cura. O doente suportará a viver os momentos da doença sem revolta, sempre na esperança de melhorar, isso ajuda na renovação das células doentes e do bem estar como um todo. Tem que haver um comportamento de confiança e fé na medicina e
Este é o conselho que dou a todos os irmãos em matéria.”
O assunto acima foi registrado na pequena reunião espírita entre seis amigos, na simples sala da casa humilde de um trabalhador que há dois dias soube da notícia da doença transmitida pelo médico da empresa, após vários exames.
O acontecimento acima poderia ser em qualquer lar, rico ou pobre, não há escolha para a doença aparecer. Ela vem na maneira em que nós não percebemos e quando percebemos o sintoma, já estamos comprometidos. Aí entra a parte fundamental que o irmão acima aconselha para que o doente não venha a ter depressão que é outra doença.
Saber agir ao receber uma má notícia depende muito de quem transmiti e de quem recebe. Ainda mais, tratando-se de doença grave. O amigo doente si comprometeu em seguir o conselho do irmão consolador, vindo através de um dos presentes na mesa. Não pronunciou o seu nome, apenas, deu-nos um benéfico ensinamento. Para que sabermos o nome se as suas palavras ditas em voz tão pousada causaram-nos uma deliciosa tranqüilidade, o nome não serve para nada, diante de tão sublime aparecimento.
A Doutrina Espírita sempre mostra caminhos de renovação e da esperança para uma vida melhor. Com esse perfil, acreditamos que o amigo enfermo vai melhorar ou ficar inteiramente curado. Deus a de lhe ajudar. Sabemos nós que certas doenças ainda não têm cura, mas nada é impossível diante da Fé.
Álvaro B. Marques
ELE O PAI NOSSO
Usamos as suas palavras em determinados momentos, compreendemos os significados. Admitimos o que não sabemos praticar e ignoramos os limites das suas verdades. Amamos assim ao Senhor.
Nós sem conhecer o teu rosto, achamos que ELE é belo por ter transmitido virtudes e amor sublime amor. Mas ELE pode ser feio de alma linda, com vertes brilhante mesmo assim, amamos.
Somos filhos, ELE é pai. Formamos uma nação, uma família imensa, onde a união deve gerar a força, a paz e a segurança. Num abraço de amor e de íntima aliança. Que não seja vista a cor, o sexo, o idioma, a nação. Porque só com essas regras, crescemos com bondade, justificamos com a Fé e brilhamos com a Luz quando sentimos que nada nos falta. É quando ELE está perto de nós.
Álvaro B. Marques
A FÉ NÃO PODE SER FALSA
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sábado, 15 de maio de 2010
UMA PASSAGEM PELA VIDA
Quando ele era criança, até a adolescência, vivia isolado pelos cantos da casa em dias de chuvas e trovoadas, chorava em silêncio. Dava-nos a entender o medo. Quando em dias de sol corria para sentar em baixo de uma árvore frondosa, bem antiga. Fixava os olhos nas flores, parecendo contemplar a beleza e a ouvir os cantos dos pássaros, era primavera, ficava alegre. Neste período vivíamos na chácara na periferia da cidade.
Se as pessoas da família perguntavam-lhe alguma coisa, ele respondia em matáforas. E jamais perguntava a ninguém sobre qualquer coisa. Limitava com gestos e olhares. Era calmo e ouvia a todos com atenção. Era jovem e belo, atributos que a natureza lhe deu. Com essa deficiência aparente, foi à escola aos sete anos. Lá, desenvolveu a sua inteligência e a deficiência fora reduzindo-se até as suas atitudes serem normais.
Aos dezoito para dezenove anos, voltou as atitudes e procedimentos iguais quando criança. Todos nós familiares, ficamos preocupados com o retorno da doença e resolvemos levá-lo ao médico neuro psicanalista. Descrevemos as fases dos seus comportamentos e o médico foi acompanhando nas consultas o desenvolvimento ou não da doença. Vários exames foram feitos e nada acusava de grave ou mesmo sintoma de doença, tudo parecia normal. Foram meses de expectativas com muita ansiedade. Mas, a doença se é que chamamos "doença" nesses casos, tomou rumo letal.
Dias antes da sua morte, de súbito, ele falou com a pessoa mais afeiçoada a ele, sua irmã Tereza, disse: "Querida irmã, se a morte vier cedo para mim, não será surpresa, pois tenho os olhos fechados para não ver os horrores da vida, só vejo o belo. Tenho ouvidos também fechados, para não ouvir lamentações, só ouço as músicas. Sinto assim, não fazer parte como ser humano, mesmo tendo o corpo e usando coisas da terra. Sou feliz, peço não chorar a minha ida, sorria sempre quando lembrares de mim".
Suas palavras saíram (contou Tereza), com voz serena, como nunca tinha se pronunciado a alguém com tanta firmeza. Ao ouvir, meu corpo estremeceu, abracei-o e disse-lhe: Não fales assim... vais ficar bom e se não ficar bom, fiques como estás, não quero senti a tua falta. Ele disse: "A minha ida, não será a morte, o meu corpo fica, eu é que vou, sem sentir a morte. Tu sentirás saudades do meu corpo ele é que convive com todos. Meu espírito sempre estava em permanente contato com a natureza."
No dia da sua morte, era domingo de Carnaval. O povo estava em festa, ouviam-se de longe os grito e as músicas em alto som, convidando os foliões. Aquí em nossa chácara a tristeza tomou conta de todos, o silêncio no vazio. Minha irmã Tereza, estava inconsolável, por vários dias assim.
Eu como irmão mais velho, fui encarregado de todas as obrigações fúnebre. Dolorida missão de quem está vivo. Triste tristeza para um irmão que transcreve essa palavra, SAUDADE.
Deixou um grande vazio nos lugares em que ficava e lembranças de tudo que gostava. Uma interrogação eterna em nossos pensamentos, uma dor perene em nossos corações.
Um adeus sem adeus.
SEGUNDA PARTE
Faz um ano que meu irmão Perício falaceu. Suas lembranças permanecem em nossos pensamentos, não tão sofridas como no início do seu falecimento. Agora todos da família, admitem que a sua passagem entre nós teve um propósito estritamente espiritual de grande importância para a familia e a espiritualidade de todos. Relembrando das suas palavras, ditas para a nossa irmã Tereza: "Tenho os olhos fechados para não ver os horrores da vida, só vejo o belo. Tenho os ouvidos também fechados para não ouvir lamentações, só ouço as músicas. Sinto assim, não fazer parte como ser humano, mesmo tendo o corpo e usando coisas da terra".
Com essas palavras tão afirmativas e claras, compreendemos que o Perício quis dizer, em outras palavras; ele tomou como espréstimo um corpo e durante a sua permanência entre nós, seu espírito cultivou o que de melhor encontrou. Familiares queridos seus em outras encarnações, e a última em passagem do Carma.
Ele foi, foi de encontro as camadas transcendentas reservadas para àqueles espíritos superiores que não voltam mais para conviver conosco. Com este pensar que compreendemos e ajudamos a nossa irmã Tereza a aceitar a morte de Perício. Foi difícil, mas ela terminou concordando dizendo que por diversas vezes em sonho, ele aparecia, sempre jovem e belo, dizendo: "Não chore, sorria, mão houve à morte, meu corpo ficou aí. Na minha vida anterior corporal, vocês foram a minha família e você fez parte como minha esposa. Juntos sofremos e amamos muito. Continue com a sua Fé para conservar a nossa felicidade juntos.".
Hoje, Tereza já não mais chora. Só faz lamentar o quanto perdeu em não ter aceito a partida do Perício. Como também, não mais deseja a sua morte para ir de encontro ao irmão. São apelações que ela não tinha afirmações concretas em vida material. Seu conhecimento em vida após morte, ainda é muito pouco em comparação a fatores tão recente.
Limitamos em reunir todos da nossa familia em dia único da cada mês, em nossa casa, para rezarmos em graça á Deus e pedir mais esclarecimentos aos irmãos da espiritualidade sobre as nossas dúvidas e dificuldades em nossas vidas materiais e como proceder para viver com dignidade e honra. Para maiores clarezas em leitura, temos o livro de Allan Kardec e de outro escritores espíritas para orientar-nos.
Com esse proceder em Doutrina temos a certeza que o Perício está nos acompanhando e nos orientando. Esteja aonde estiver. Sua morte a princípio deixou descreste a todos, mas ao passar dos anos, a dor foi passando. O espiritismo vem abrindo uma nova estrada e mostrado mais Fé e compreenção para a morte. A união familiar criou um laço indelével entre nós. Perício, mostro para nós uma nova Luz que não pode ser extinto.
"A morte é um despreendimento do espírito da matéria. É um laço que vai si soltando gradativamente no decorrer do tempo. E novos aprendizados vão sendo transmitidos, aperfeiçoanto um novo ser".
Álvaro B. Marques
ORAÇÃO DO FIM DE ANO
por tudo quanto recebi de sua bondade.
Graças pela saúde e amor a vida! Graça por ter
ainda o explendor da Natureza, a água, o ar, á luz e o Sol.
Graças por senti a dor e a alegria.
Senhor, quero agradecer por eu ter encontrado novos amigos e ter ajudado
a todos que me amaram e me ajudaram a viver melhor.
Senhor, agradeço por mais uma ajuda em mostrar nos momentos difíceis a saída para resolver
meus problemas e de ter humildade para ajudar os outros.
Senhor, agradeço também, por permanecer unido com todos os meus familiares e amigos na unidade da Fé cristã, na compreenção e na solidariedade.
Agradeço outras mil vezes por tudo de bom que virá e tudo de ruim que se foi.
Perdoa-me por não ter feito mais em silêncio.
Álvaro B. Marques
A VOZ NO SILÊNCIO
O vento morno beija minha face, envolve as folhas secas e amareladas que bailam no ar.
As necessidades materiais são tantas e aparecem tão rapidamente que não temos tempo de dizer BASTA. Criamos as nossas necessidades, o mundo em nossa volta só para dar prazer a nós e satisfação a sociedade. O que muitas vezes questionamos.
Devemos fazer muito mais para a nossa espiritualidade e pouco menos para o material. Liberar o que nós temos de sobra e adquirir o que não temos, é uma contínua atuação no processo de modificação do comportamento humano. É resgatar o mais simples que o homem têm dentro de si mesmo. É praticar o que até então não praticou-se.
" Pior do que uma voz que cala, é um silêncio que fala "
( autor desconhecido )
Álvaro B. Marques
CARTA A UM AMIGO
Realmente, o espiritismo se popularizou e ingressou pessoas de vários seguimentos da sociedade, vindo de outras religiões que deixaram-lhes decepcionados. Outros visitantes curiosos esporádicos que vão aos Centros Espíritas e a grande maioria são adptos em busca de soluções para os seus problemas materiais e espirituais; queixam-se de suas dores, lamentam-se os desígnos, querem reviver os mortos e não se conformam com a morte. Revelam-se crentes, cheios de indagações inconcebíveis. Confundem a Doutrina Espirita de Allan Kardec com outras práticas chamadas de "espiritismo" e não procuram conhecer a verdadeira Doutrina. Poucos lêem os livros de Allan Kardec ou mesmo outros seguidores. Querem respostas imediata e soluções para ontem, não sabem esperar o amanhã com fé. Imaginam-se sem Deus, sem protetor. Não tiro às razões desses irmãos, pós eles não sabem o que não conhecem.
É necessário abrir um novo caminho, com provas incontestáveis na mente de cada um e fazer brilhar o espiritismo com nova roupagem, com nova luz explicativa. Para isso, temos que contar com irmãos de luzes vindo da espiritualidade superior e outros mais esclarecidos entre nós. Haja visto em pessoas que se diz "espirita" e "médium" procurando tirar vantagens, si auto proclamam, fazendo do balcão um palco de aplausos. Enquanto que os verdadeiros espíritas vivem no anonimato, desprezando todo o orgulho e vaidade presente e futuras.
Creio meu caríssimo amigo, ainda temos muito caminho a percorrer. Por isso eu disse: "Temos que agradecer e muito a todos os irmãos que entre nós estiveram transmitindo a Doutrina Espírita e recentemente o nosso querido saudoso Chico Xavier, deixou legado que foi bem compreendido por aqueles diletos seguidores. Peço ao nosso boníssimo Senhor Deus à permissão de mais vezes enviar-nos irmãos de luzes para professar entre nós. Com palavras reveladoras despertam sentimentos adormecidos e criam-se novas interpretações espirituais.
Álvaro B. Marques
sexta-feira, 14 de maio de 2010
REVELAÇÃO MEDIÚNICO
Na última reunião do ano, dia 26/12/2007, compareceram quatro dos parente da esposa do anfitrião, dentre elas estava duas irmãs, uma delas, Ângela, mulher alegre, cheia de vida, pessoa não muito crente. Mãe de um casal de filhos adultos, Doutora em Pedagogia e trabalhando nesta áreia a mais ou menos vinte e cinco anos. Nunca tinha assistido a qualquer reunião espírita. Sua presença surpreendeu-me e ao mesmo tempo trouxe muita satisfação para todos.
É necessário dizer que o objetivo dessa reunião sempre foi em ajudar por meio de Prece, aos mais desfavorecidos, principalmente às crianças com doenças graves em hospitais públicos. Sem amor e sem perispctivas de vida saúdavel. Sabemos que é dever social. Mas nós temos a obrigação de fazer a nossa parte como espírita e como ser humano.
Na reunião a Prece envolve todos presente, formando um elo de confraternidade em pensamentos focados nas crianças desvalidas. Neste momento sublime a Ângela manifestou-se na mesa, com lágrimas e os olhos cerrados, disse: "Estou ouvindo uma criança chorando muito, ela está alí" e apontou para o canto da sala, acrescentando: "Está tudo escuro em sua volta, só estou vendo os olhos". O corpo de Ângela estava trêmulo e a voz não muito clara. Percebemos que se tratava de uma criança em choro confusivo, dando a entender que estava sentindo medo ou necessitando de apoio imediato. Imediatamente, fizemos uma nova corrente de mãos dadas e uma Prece fervorosa para está criança sofrida. Na medida em que à Prece ia passando o choro foi diminuindo, até que ouvimos essa esclamação da Ângela: "Oh!... Que alívio, que lugar bonito, que Luz muito linda! Acalmou-se e logo a seguir o anfitrião que é médium incorporador e intuitivo, manifestou-se, dando lugar a uma criança alegre, batendo palmas e dizendo: " Vim uma vez, vim duas vezes, vim três vezes. Não conheci meus pais em vida carnal, não tive carinho de mãe, não tive roupa limpa até que um Frade italiano mim fez trabalhar com ele". Com está frase, ele parou de falar, fez silêncio, para depois falar em italiano na língua em que nenhum presente sabia falar. Acreditamos que foi o Frade manifestado na criança, transmitindo confirmação. Ficamos sem saber traduzir o momento tão inesperado. Entretanto a sessão continuou e novas Preces foram dirigidas aos irmãos de Luz.
Momentos antes de terminar à sessão, agradecemos a Deus por ter permitido essa oportunidade e também aos irmão visitantes espirituais que nos deram uma lição espírita. Com fundamentos de muita sensibilidade espiritual.
Nada foi pedido nesta reunião para os nossos ânseios materiais. Só oferecemos Preces em todos os momentos da sessão. Antes de finalizar a sessão o anfritrião já no seu normal, transmitiu para cada visitante, passe energéticos. Este gesto caracteriza a energia da nossa mente positiva para o corpo e o espírito.
Já encerrada a sessão, comentamos o ocorrido e a Ângela disse que essa criança aparece com frequência na sua residência, sempre em choro e não vê nitidamente a criança. Chegando ao ponto de ter medo. Confirma a sua filha que estava presente e disse: "Ela(sua mãe) recentemente, admitiu ouvido choro de criança e um vulto no meu quarto. Perguntou-me no momento se eu estava chorando, disse-lhe que não". Eu perguntei a Ângela se essa criança manifestada na sessão era menino ou menina? Ela não soube responder. Presume ter a idade de 6 a oito anos, mas não dá pra ver direito o corpo. "Quando fiz parte da mesa no início, comecei a senti uma pressão na nuca, parte trazeira do pescoço e as minhas pálpebras começaram a ficar pesadas, não consegui abrir os olhos". Falou a Ângela.
O médium incorporador da casa, acrescentou: "Acredito que no decorrer de novas sessões e com a presença da Ângela, ela poderá ver e ouvir com mais detalhe essa criança e vamos saber o porque dessa constante aparições. Será que têm ligações com a vida passada de Ângela? Ou também, pode ser uma passagem de aviso de grande importância na vida espiritual de algum parente ou amigo. São esses fatos duvidosos que requer mais invertigação em outras sessões, caso a criança desencarnada venha. Esse acontecimento coloca o médium em questionamento com posição sem clareza. Mas, afirmo que nada ficará sem resposta".
O caminho da mediunidade leva a conhecer jornadas espirituais e abre uma nova porta na vida material. Vamos esperar para mais adiante, o visitante ainda não disse o que quer.
Álvaro B. Marques
MENSAGEM
Quem tem Fé tem Deus
Quem tem Deus tem Luz
Aonde tem Luz, há verdade
Aonde tem verdade, há justiça
Aonde tem justiça, há bondade
Aonde tem Caridade, há o amor
Quem tem bons pensamentos Deus é teu guia.
Deus está presente em todos os momentos da vida.
Deus é força é poder, é tudo.
N.B: As palavras acima foram pronunciadas por um espírito Pacificador incorporado por um médium presente na pequena reunião entre amigos.
Àlvaro B. Marques
MEU GRITO
e na ânsia de gritar dói o peito.
Sem voz cai as lágrimas
renova o pranto.
Ah! que vontade de morrer...
a dor cega não há alívio...
com respiração afegante...
Serro os olhos para senti a dor passar.
Lenta e misteriosa não para.
Meu corpo já cansado
e a mente amargurada.
Cresce o desejo de morrer.
E a morte que não vêm rápido.
Serve a dor com requinte.
Perco a vontade de morrer
Penso no céu e digo:
Senhor dos Martírios, cubra-me com seu manto diáfano
para a dor desaparecer
E meus olhos depressa foram abrindo para uma nova luz aparecer.
Álvaro B. Marques
OUTRAS VIDAS - PERGUNTAS E RESPOSTAS
- Pra quê pormenores? A vida é sempre banal. Vivi em Veneza no século XII. Participei de várias construções suntuosas no século XV. Fui conterrâneo doa Medicis. No século XVIII, fui amante de Catarina da Rússia. Dúvidas? Eu fiz muitas coisas. Fui escravo e fui príncipe. Fui soldado e fui general. Conheço o mundo todo e todas as profissões e nem por isso sou mais feliz do que os outros.
- E nunca teve uma vida de aventura?
- Sim, houve uma vida em que eu fui cão.
-Está admirado? Sim senhor, fui cão.
Não desses cães mimados que têm uma dona moça e bonita que os beijos lhe regula as horas de comida e proibe o amor com cadelas vadias.
Dormia ao relento e roubava o que comer. Ia para onde me dava vontade. Amava ao ar livre e coçava as minhas pulgas com toda a liberdade. Não tinha quem dar satisfação do meu ato. Fazia as minhas necessidades fisiológicas em qualquer lugar e creio senhor, foi essa única encarnação em que eu fui completamente feliz. Foi também, nessa encarnação que eu conheci a amizade, único sentimento humano que ficou no corpo primitivo e selvagem do animal imperfeito.
Sim, tenho muitas histórias e muitos gritos de lamentações em todos esses percursos de vidas. Procurava entender o porquê de tantas vidas e porquê tantos sacrificíos humanos. Será que é necessário sofrer com sacrifício para ter depois da morte uma outra vida melhor? Tenho resposta agora ou depois de outra vida?
O doutrinador pediu pausa e no silêncio ouve a oração.
Passa a história, acredita se quizer.
Álvaro B. Marques
CAUSAS E EFEITOS
Com essas últimas palavras a Luz foi diminuindo a intensidade e o espírito compreendeu que já era hora de voltar ao corpo material.
N.B.: O depoimento acima foi registrado na pequena reunião entre quatro pessoas simples da mesma familia. Presente o autor Álvaro B. Marques.