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É lendo e promovendo que sentimos a Fé em Deus. Não devemos procurá-lo somente nos momentos de aflições, mas sim, em todos os dias. Isso não quer dizer fanatismo é melhor dizer; acreditar no Pai Maior, Deus.
Em todos os tempos passados, o homem sempre procurou entender as suas convicções através da Fé em principio e depois criou a religião. Levou anos adorando o abstrato, a imagem e perpetuaram palavras escritas por sábios. Muitas palavras foram deturpadas no decorrer dos tempos. A essências espalhou-se e novas religiões surgiram. Aqueles que acreditaram levaram mais seguidores a confirmar a Fé e criaram novos conceitos com base em sentimentos vingativos. Muitos se espalharam pelo mundo em busca de mais adeptos fervorosos e temidos. Alguns com dogmas não esclarecidos, místicos. Outros permaneceram com a força da tradição do passado milenar. Em todas as religiões o sentido é o mesmo; amar a Deus sobre todas as coisas, a revelação do amor em seu julgamento, a união familiar como um todo. A maneira de viver sem mácula, o coração humilde e sincero, a esperança de uma vida melhor. O sentimento de caridade no servir em nome de um só Deus. Com essas regras, muitas portas abriram-se e muitos crentes entraram e saíram a procura do seu verdadeiro sentido, a Fé.
Existem pessoas que amam os seus próprios erros e não admitem o que é certo. Fingem aceitar o que não querem e destroem os sentimentos mais sagrados: Fé, amor, caridade e justiça.
Enquanto houver Fé dentro de nós, Deus estará presente em todos os nossos atos da vida. Nós é que cobramos muito a ELE sem sabermos corrigir as nossas imperfeições. Não sabemos esperar, atropelamos o bom senso.
Faça da Fé um pedaço de si mesmo e nunca “FAZ DE CONTA” que têm Fé. Porque a Fé é indivisível e individual.
Álvaro B. Marques
SSA, 29.04.20l0.
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